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Deco - 12.03.2019

Já foram anunciados os cinco finalistas do prémio Mies van der Rohe, que reconhece anualmente o melhor da arquitetura europeia. Os projetos a concurso estão localizados em países como a Albânia, Espanha, França, Bélgica e Alemanha.

O edifício PC Caritas, em Melle (na Bélgica); o Auditorio y Palacio de Congresos, em Plasencia (Espanha); a Terracehouse, em Berlim (Alemanha); um bloco de habitação social, em Bordéus (França); e a praça Skanderbeg, erigida em Tirana (Albánia), são agora os candidatos ao conceituado galardão. De fora das grandes decisões, ficaram os projetos portugueses a concurso, nomeadamente, o projeto do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, da autoria do arquiteto português João Luís Carrilho da Graça, e o projeto do edifício do Centro Arvo Pärt, em Talin, na Estónia, liderado pela arquiteta portuguesa Alexandra Sobral, do ateliê espanhol Nieto Sobejano Arquitectos. Também de fora, já havia ficado a Casa do Rio, do arquiteto Francisco Vieira de Campos, parte do projeto de enoturismo da Quinta do Vallado, em Foz Côa.

No final de abril, serão anunciados os nomes dos vencedores da edição de 2019 do prémio Mies van der Rohe​ e, de 9 de Abril a 19 de Maio, as quatro obras finalistas, o edifício vencedor e o projeto galardoado com o prémio emergente terão as portas abertas ao público e contarão com a presença dos arquitetos responsáveis pelos projetos. A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar a 7 de maio, no pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona.

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