(Sur)Naturel, maravilhoso novo mundo

A coleção de alta joalharia [SUR]NATUREL da Cartier explora o mundo natural, livre das restrições da realidade, através de uma lente que amplia a beleza e a riqueza de um universo fantástico, onde fauna e flora comungam.

Colar Hemis
Colar Gharial
Colar Opheis
Colar Sinopé
Colar Tillandsia
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O ponto de partida desta coleção revela um caminho criativo que une figuração e abstração: Água, flora e fauna, são parte do sobrenatural. De um lado, água, plantas e animais. Do outro, criações que brotam destas fontes, mas retêm apenas o seu espírito, cristalizando essa energia primária numa infinidade de detalhes. A forma arredondada de uma planta, as manchas coloridas que se unem para formar uma pelagem animal surreal ou uma série de cristais de gelo brilhantes… Como vem sendo hábito nas suas coleções de alta joalharia, a Maison escolheu as pedras mais preciosas, arcaicas, bonitas e misteriosas. Os joalheiros empreenderam um trabalho de elevado rigor, intensificando os poderes evocativos das pedras. Diamantes, esmeraldas e safiras dialogam com opala e kunzita, coral e água-marinha, berilo e quartzo. [SUR]NATUREL transpõe o real. Reinventa-o. E a Cartier pavimenta assim, para nosso gáudio, o caminho em direção a uma beleza sobrenatural e fantástica.

HEMIS

O pelo de pantera e as cores. As pedras finas e preciosas resultam numa criação estimulante. A imaginação voa. A forma irregular das opalas, a distribuição aparentemente desigual dos elementos de diamante e a combinação de pedras preciosas e finas imprimem ao colar Hemis uma dimensão orgânica, mas híbrida, que intriga e seduz, deixando espaço à interpretação individual. São manchas de pantera? Ou seixos do leito de um rio? Hemis tem uma kunzita de qualidade excecional – uma joia em forma de almofada que totaliza 71,80 quilates, com uma cor rosa intensa e um toque de roxo. Por seu turno, as opalas, numa grande variedade de cores, do azul ao cinza-púrpura e um núcleo preto, revelam-se ligeiramente translúcidas ou com manchas irregula- res e iridescentes. Independentemente da espessura ou do volume, cada opala é única – o designer queria que se assemelhassem a seixos polidos. Esta visão exigiu muitas horas de trabalho e várias idas e vindas entre o designer, o cortador e o especialista em pedras preciosas.

GHARIAL

Se o processo for abstrato, a inspiração é clara. O crocodilo, criatura majestosa do jardim zoológico da Cartier, é aqui revisitado, e transformado, num jogo / efeito deslumbrante de diamantes e esmeraldas. A forma como os diamantes são engastados pode parecer aleatória, mas a peça foi montada para se assemelhar em tudo à pele do animal de uma forma incrivelmente realista. Esta abordagem técnica magistral incorpora distintas profundidades, volumes e materiais. O resul- tado vai além dos reinos do realismo e é altamente evocativo. O colar apresenta um pingente duplo constituído por diamantes alongados em forma de pipa na ponta, cujo arranjo assimétrico resulta num design com uma certa qualidade dinâmica e tensão. O impressionante conjunto de cinco esmeraldas zambianas, totalizando 11,31 quilates, dá vida ao animal. Cor, vibração, forma e tamanho. O arranjo uniforme fica completo com uma série de pedras, não tão preciosas, igualmente da Zâmbia.

ORPHEIS

O total domínio da forma e da estrutura. Os joalheiros projetaram este colar de forma a que os diamantes se sobreponham num padrão escalonado, criando um efeito de pele de cobra. Os triângulos de pedra ónix evocam a crista dorsal da sinuosa criatura, para simetria, perspetiva e movimento. A pedra do meio é uma esmeralda zambiana de 53,94 quilates, de formato raro: um cabochão retangular com lados arredondados. Tal formato, único, evoca a cabeça da cobra, fonte de inspiração para o design. O azul intenso, com notas de cinza, é absolutamente cristalizado.

SINOPÉ

A água e os seus movimentos inspiraram Cartier a criar um colar de safira e diamantes com uma forma orgânica e flexível. As curvas e contra-curvas guardam a qualidade cristalina da água como gelo ou ondas ondulantes. Ostentando uma moldura de lápis-lazúli recortado sob o pescoço, a estrutura é composta por outras pequenas peças unidas e cravejadas de diamantes. Existem cinco safiras do Ceilão na borda externa arredondada. A estrutura foi nivelada de modo a alinhar os elementos; configurações específicas foram desenvolvidas para integrar as safiras e proteger a pedra por baixo. O colar apresenta cinco safiras ovais de Madagáscar, totalizando 8,55, 8,40, 8,14, 7,23 e 6,88 quilates. Estas pedras foram agrupadas com base na cor, na cristalização e no seu belo tom de “azul Centáurea médio”. Algumas inclusões pouco visíveis são a prova da qualidade natural desta pedra. A borda de lápis-lazúli é um golpe de mestria no corte: cortar pedras duras em minúsculas peças curvas é um trabalho delicado – basta um movimento errado para partir o material.

TILLANDSIA

O arquivo floral da Maison é enriquecido com este colar inspirado na tillandsia, planta da família das Bromeliaceae, cujas raízes ficam expostas. O colar guarda o traço mais característico da planta, os seus espinhos, as suas partes carnudas e cheias de água. Os dois berilos excecionais, de formato oval, totalizando 83,23 e 81,09 quilates, respetivamente, parecem flutuar sobre a treliça de diamantes pavimentados. O recurso a estas pedras e o desenho final, com um brilho único, resulta da forma como dialogam: o par perfeito, em forma e em cor, em peso e no seu formato oval alongado, mas também na sua cor verde-água com reflexos amarelos. E na sua transparência, que revela os minúsculos cristais internos. Algo raro nas pedras de berilo. Para recriar os tons subtis da tillandsia, a paleta de cores combina este verde fresco e suave dos berilos com o rosa cintilante do quartzo rutilado e o amarelo ensolarado e radiante dos diamantes, além de tons mais escuros, ligeiramente terrosos – as pedras de quartzo rutiladas são lapidadas, o que intensifica a sua cor. A combinação da forma estilizada e do design complexo deste colar exemplifica o alto nível de especialização da Maison. A assimetria do desenho, com as suas curvas e contra-curvas lúdicas, e as duas pedras centrais ligeiramente deslocadas uma da outra resulta na sensação de movimento dentro da peça. Este desenho assimétrico também ajuda na distribuição do peso das pedras, concentrado ao centro.

Nota: Desta coleção faz ainda parte o relógio de pulso Panthère Tropicale, em destaque aqui.

Disponível na boutique Cartier de Lisboa, www.cartier.pt

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