O mundo empresarial retratado em filmes e séries inspiradores

The Intern
The News Room
The Pursuit of Happyness
Mad Men
The Devil Wears Prada
The Office
The Wolf of Wall Street
Morning Glory
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A vida empresarial pode não parecer lá grande merecedora de um Oscar, porém, o tema tem vindo a ser amplamente explorado por Hollywood. Além de fazer parte do dia-a-dia de grande parte da população, o trabalho envolve uma série de dilemas – inclusive pessoais. Basta recordar quantos episódios – trágicos ou engraçados – vamos colecionando ao longo das nossas carreiras. Com tal em mente, reunimos uma série de obras que abordam o mundo empresarial. Algumas são incrivelmente inspiradoras, outras são narrativas que funcionam como um wake-up call e outras tantas, ambos. Portanto, independentemente do estado em que possa encontrar-se na construção do seu negócio, certifique-se de pegar num punhado de pipocas e sentar-se confortavelmente, enquanto avança por esta lista especialmente selecionada.

“The Intern” (“O Estagiário”, filme de 2015)

Um reformado, o viúvo Ben Whittaker (Robert De Niro), está entediado com o seu estilo de vida e sente-se muito sozinho. Decide, por isso, sair em busca de emprego e consegue um estágio numa startup ligada ao mundo da moda, com sede em Nova Iorque. Whittaker acaba por ser o orientador da sua CEO (Anne Hathaway) sobre como lidar com o stress e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O filme é uma revelação de como pode ser difícil trabalhar em startups.

“The Newsroom” (série de 2012, HBO)

Will McAvoy (Jeff Daniels) é o pivot de um canal de notícias que volta à vida ativa após cometer um deslize e ser obrigado a tirar férias forçadas. O apresentador deve comandar os bastidores dos programas ao mesmo tempo que aprende a lidar com uma nova equipa, o que inclui a sua ex-namorada, Mackenzie McHale (Emily Mortimer), como produtora-executiva. Além dos obstáculos pessoais, empresariais e comerciais, os elementos da equipa têm de lidar com os dilemas das suas vidas pessoais.

“The Pursuit of Happyness” (“Em Busca da Felicidade”, filme de 2006)

Com base na verdadeira história do empresário americano e multimilionário Chris Gardner, The Pursuit of Happyness revela as dificuldades de Gardner enquanto lida com os sem-abrigo e cria sozinho o seu filho, ao mesmo tempo que faz um estágio não remunerado como corretor de ações. E enquanto ele trabalha pelo sonho de se tornar financeiramente livre e sustentar o filho, Gardner faz por lutar contra as adversidades e, ao mesmo tempo, ser fiel a si mesmo, mesmo nos piores momentos. Principal lição: acredite no seu sonho e nunca pare de trabalhar para o alcançar.

“Mad Men” (série de 2007 disponível na Netflix)

Don Draper (Jon Hamm) é um dos mais talentosos nomes da cena publicitária da Nova Iorque dos anos 60, mas guarda um importante segredo sobre a sua vida passada e tem dificuldades em administrar o seu dia-a-dia, no trabalho e na família. No escritório, Don lida com a ambição de colegas como Pete Campbell (Vincent Kartheiser) ao mesmo tempo em que incentiva a novata Peggy Olson (Elisabeth Moss). Num período de grande movimentação política e social, os funcionários do escritório lutam para conquistar grandes clientes.

“The Devil Wears Prada” (“O Diabo Veste Prada”, filme de 2006)

Um clássico! O filme conta a história de Andy (Anne Hathaway), uma recém-formada da faculdade que acalentava grandes esperanças e sonhos em trabalhar como jornalista, mas acaba por se conformar com um emprego numa revista de moda de prestígio, num ambiente ao qual não parece pertencer, como assistente do mal em forma humana: a editora-chefe Miranda Priestly, brilhantemente interpretada por Meryl Streep. Andy luta para lidar com o facto de ser a ‘faz-tudo’ de Miranda e tenta compreender uma indústria sobre a qual ela nada sabe. Um filme que ajuda a perceber como é a aparência de um chefe horrível e como lidar com isso.

“The Office” (série de 2005, Netflix)

No formato similar a um documentário, a série retrata o quotidiano de um escritório em Scranton, na Pensilvânia, filial da empresa fictícia Dunder Mifflin, de fornecimento de papel. Michael Scott (Steve Carell) é um patrão insensível e impiedoso, mas que se preocupa com o bem-estar dos seus colaboradores. A série traça um olhar sobre todos eles, destacando as suas diferenças e particularidades.

“The Wolf of Wall Street” (O Lobo de Wall Street, filme de 2013)

De Martin Scorsese, o filme retrata a história da vida real de Jordan Belfort, um vergonhoso corretor da bolsa de Wall Street, viciado na vida extravagante, da fraude e da corrupção galopantes. Um olhar sobre a carreira de Belfort, de quem se dizia ganhar perto de um milhão de dólares por semana, interpretado por Leonardo DiCaprio. Um retrato intransigente da sua insaciável ganância empresarial, captando as manipulações predatórias, imprudência movida a drogas e pura loucura por trás do seu turbilhão (de curta duração) de sucesso. Da inteligência astuta aos segredos comerciais, ética nos negócios e, claro, o icónico discurso de vendas, “The Wolf of Wall Street” está repleto de lições valiosas para todos no mundo dos negócios e do empreendedorismo, de onde se retira que dinheiro e ganância não devem ser os impulsionadores do sucesso.

“Morning Glory” (“Manhãs Gloriosas”, filme de 2010)

Becky Fuller (Rachel McAdams) é uma jornalista recém-contratada numa emissora que fica encarregada de alavancar a audiência do canal a qualquer custo. Para tal, a jovem vai revitalizar o programa de baixa audiência levando o pivot Mike Pomeroy (Harrison Ford) a apresentar notas de moda e mexericos ao lado de uma miss norte-americana (Diane Keaton). Tentando encontrar a forma para lidar com desafios gigantescos, Becky percebe que ter jogo de cintura e saber lidar com pessoas diferentes é uma habilidade valiosa. É necessário aprender a fazer com que cada um da equipa dê o seu melhor, e essa é uma das lições que Morning Glory encerra.

Nota final: O mundo empresarial pode ser extremamente sedutor e, ao mesmo tempo, assustador. Por isso, o cinema debruçou-se sobre esta temática para dar vida a títulos interessantes. Muitos mais há, mas aqui ficam alguns que constituem verdadeiros ensinamentos.

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