Os 10 chalés de esqui mais caros do mundo

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O chalé de esqui mais caro do mundo encontra-se em St. Moritz, Suíça, com um preço avaliado em 46,2 milhões de euros, de acordo com o Top 10 Ski Ranking da Engel & Völkers. Além das regiões de esqui europeias, a lista inclui estâncias dos EUA e Canadá. 

Apesar da pandemia, o mercado de propriedades de esqui mantém-se estável. Os compradores atribuem particular importância à possibilidade de usar o seu imóvel durante todo o ano, e valorizam a segurança e fácil acesso, o espaço suficiente para assegurar a privacidade e a fiabilidade das telecomunicações para assegurar o teletrabalho sem dificuldades. 
“As regiões de esqui da Europa, juntamente com as dos EUA e Canadá, apresentam uma grande estabilidade nos preços. A elevada procura está a levar muitos clientes a dirigirem a sua atenção para estâncias que ficam na periferia das principais regiões de esqui. Também aí estão a registar-se subidas de preços semelhantes”, revelou Sven Odia, CEO da Engel & Völkers AG.

Os dados utilizados no ranking baseiam-se nos preços mais elevados pedidos para residências privadas, e nos preços mais elevados por metro quadrado para apartamentos de habitação própria atualmente no mercado em resorts de esqui de todo o mundo onde a Engel & Völkers está representada.

Preços mais elevados na compra de apartamentos: Suíça, EUA e Áustria no top 3

No segmento de apartamentos em regiões de esqui, Gstaad (Suíça) ocupa o primeiro lugar com um preço máximo por metro quadrado de 33.850 euros. Quem quiser tornar-se proprietário de um apartamento em resorts de esqui nos EUA pode pagar até 26.900 euros por metro quadrado, como se verifica em Vail, Colorado. Este preço coloca o resort de esqui americano no segundo lugar no ranking. Kitzbühel, na Áustria, vem em terceiro lugar, onde os preços pedidos em localizações privilegiadas podem chegar a 25.000 euros por metro quadrado.

Em quarto lugar está o resort de esqui de Aspen, também no Colorado, com preços até 22.800 euros por metro quadrado. Os mundialmente famosos resorts suíços St. Moritz e Zermatt seguem em quinto lugar – onde os preços por metro quadrado chegam aos 18.500 euros em localizações premium. As localizações privilegiadas em Cortina d’Ampezzo e Davos (Suíça) registam preços por metro quadrado de 16.000 euros e 12.760 euros, ficando em sétimo e oitavo lugar, respetivamente, no ranking de apartamentos. Numa das maiores estâncias de esqui do Canadá está Whistler (9º lugar no ranking), com preços até 12.230 euros por m2. A fechar a lista está a estância de esqui de Courmayeur (Itália), com preços de 12 mil euros por metro quadrado.

Preços das propriedades de esqui a um nível elevado e estável

O valor de 46,2 milhões de euros por uma residência exclusiva na área de Suvretta coloca St. Moritz em primeiro lugar no ranking das propriedades de esqui. Em Kitzbühel, Áustria (segundo lugar no ranking), uma propriedade de luxo está atualmente no mercado, através da Engel & Völkers, por 30 milhões de euros. Zermatt (Suíça) ocupa o terceiro lugar com um preço máximo de 20,3 milhões de euros por um chalé. Aspen (Colorado, EUA) aparece em quarto lugar na lista com um preço máximo de 19,5 milhões de euros por uma residência de esqui num local privilegiado.

Em quinto lugar surge uma propriedade de esqui de luxo em Cortina d’Ampezzo (Itália) avaliada em 19 milhões de euros. Na estância suíça de Gstaad, um chalé está à venda por 12 milhões de euros. O sétimo lugar na categoria de propriedade de esqui mais cara vai para Vail (Colorado, EUA), onde uma residência no extremo mais alto do mercado está avaliada em 10,9 milhões de euros. 

Na estância de esqui canadiana de Whistler Blackcomb (oitavo lugar no ranking), o preço máximo solicitado para uma residência é de 8,6 milhões de euros. Enquanto uma propriedade de luxo em Courmayeur (Itália) custa ao cliente 6 milhões de euros, colocando esta estância, no nono lugar do ranking. Davos completa a lista dos Top 10 com uma propriedade avaliada em 3,6 milhões de euros.

Propriedades de esqui procuradas como segunda residência para uso durante todo o ano

No futuro, os compradores vão procurar cada vez mais propriedades de esqui que possam ser usadas como refúgios durante todo o ano. Muitos potenciais investidores procuram uma oportunidade de se estabelecer em teletrabalho numa segunda residência facilmente acessível e equipada de forma fiável, localizada em zonas ao ar livre. “Chalés e apartamentos de esqui equipados com quartos adicionais para acomodar um escritório em casa, berçário ou espaços de entretenimento são muito procurados”, acrescenta Sven Odia.

Fonte: Engel & Völkers, dados registados em Dezembro 2020

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