Chanel abandona o uso de peles de animais exóticos

Maison aposta na sustentabilidade ambiental

A Chanel terminou o ano com um anúncio que deixou o mundo da moda de queixo caído. Seguindo o exemplo de grandes marcas, como Diane von Fürstenberg, a marca francesa anunciou que irá abandonar a utilização de peles de animais exóticos (como cobras, crocodilos, lagartos ou tubarões) nas suas coleções.

Esta decisão deveu-se, em grande parte, ao facto da Chanel procurar tornar-se mais sustentável a nível ambiental, tomando medidas que fossem ao encontro dos princípios da empresa, uma vez que se tem tornado cada vez mais difícil a obtenção, de forma ética e responsável, deste tipo de materiais para a confeção de peças.

Desde 2015 que a organização não governamental PETA (People for Ethical Treatment of Animals) procurava negociar com a marca o abandono do uso de peles de animais nas suas peças, sendo que só agora foi possível a obtenção de uma resposta positiva. Surpreendendo tudo e todos, em particular os defensores dos direitos dos animais, a Chanel dá mais um passo para a crescente consciencialização da indústria da moda no que toca à obtenção de recursos para as suas coleções, abrindo cainho para que outras marcas de luxo sigam este exemplo.

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